Diversidade

Posso brincar também? – Mo Willens

(2 avaliações de clientes)

R$42,00

O livro selecionado para as crianças assinantes de 0 a 3 anos para o mês de Março/2022 é uma fofurinha e super divertido! Temos certeza que as crianças vão ter momentos muito legais!
O livro se chama Posso brincar também?, escrito por Mo Willems e traduzido por Nina Lua, publicado pela Companhia das Letrinhas.

Essa é uma história sobre diversidade, amizade e respeito às diferenças!
Geraldo e a Porquinha estão brincando de jogar e pegar a bola, quando uma nova amiga aparece para participar do jogo: a cobrinha. Mas cobras não têm braços! Como ela poderá brincar com eles?

Nossa dupla de amigos mostra que sabe tudo sobre o real valor da amizade quando tenta encontrar uma maneira de incluir sua nova amiga na brincadeira. Mas a cobra também tem algo muito importante para ensinar a eles: que não podemos desistir facilmente diante das dificuldades.

Junto com esse livro, vocês receberão uma carta de apoio escrita pelo nosso time de curadoras, para apoiar a leitura em casa!

Junto com o livro, enviamos também uma carta com orientações escrita por nossa curadora, a psicóloga feminista Lavínia Palma (@psicologalavinia).

Conteúdo:

-Livro: Posso brincar também? – Mo Willens

-Carta aos adultos escrita pela curadoria do clube Minha Pequena Feminista com reflexões sobre o livro para discutir com as crianças

-Idade Recomendada: De 0 a 5 anos

-Editora: Cia das Letrinhas

Em estoque

SKU: 1177973 Categorias: , ,

2 avaliações para Posso brincar também? – Mo Willens

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  1. Lysia Tavares

    Nós AMAMOS esse livro! Minha filha tem 1 ano e 11 meses e já decorou todas as falas! Gargalhou com os personagens e pediu pra lermos várias vezes!! Super recomendo!!

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  2. Juliana Rechetelo

    Nossa filha ama esse livro, com certeza um dos favoritos. O livro seria perfeito se não fosse a última página, na nossa opinião de pais e biólogos. Pensando na questão animal, a inclusão da cobra poderia ser feita de outra forma, encontrando outra brincadeira, não usando o animal como jogo; e, num cenário mais geral de inclusão, pensando em crianças com deficiência, também seria legal pensar em como incluir de forma que a criança brinque, e não seja a brincadeira.

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